Quando você me deixou, meu
bem,
Me disse pra ser feliz e passar
bem.
Quis morrer de ciúme, quase
enlouqueci,
Mas depois, como era de costume,
obedeci.
Quando você me quiser
rever
Já vai me encontrar refeita, pode
crer.
Olhos nos olhos,
Quero ver o que você
faz
Ao sentir que sem você eu passo bem
demais
E que venho até
remoçando,
Me pego cantando, sem mais, nem por
quê.
Tantas águas rolaram,
Quantos homens me
amaram
Bem mais e melhor que
você.
Quando talvez precisar de
mim,
Cê sabe que a casa é sempre sua,
venha sim.
Olhos nos olhos,
Quero ver o que você
diz.
Quero ver como suporta me ver tão
feliz.
Um menino entra na loja de animais e pergunta o
preço dos filhotes à venda.
- Entre 30 e 50 dólares, respondeu o
dono.
O menino puxou uns trocados do bolso
e disse:
- Mas, eu só tenho 3 dólares
...
- Poderia ver os
filhotes?
O dono da loja sorriu e chamou Lady,
a mãe dos cachorrinhos, que veio correndo, seguida de cinco
bolinhas de pêlo.
Um dos cachorrinhos vinha mais
atrás, com dificuldade, mancando de forma visível.
O menino apontou aquele cachorrinho
e perguntou:
- O que é que há com
ele?
O dono da loja explicou que o
veterinário tinha examinado e descoberto que ele tinha um problema
na junta do quadril, mancaria e andaria devagar para
sempre.
O menino se animou e disse com
enorme alegria no olhar:
- Esse é o cachorrinho que eu quero
comprar!
O dono da loja
respondeu:
- Não, você não vai querer comprar
esse.
Se quiser realmente ficar com ele,
eu lhe dou de presente.
O menino emudeceu e, com os olhos
marejados de lágrimas, olhou firme para o dono da loja e
falou:
- Eu não quero que você o dê para
mim.
Aquele cachorrinho vale tanto quanto
qualquer um dos outros e eu vou pagar tudo. Na verdade, eu lhe dou
3 dólares agora e 50 centavos por mês, até completar o preço
total.
Surpreso, o dono da loja
contestou:
- Você não pode querer realmente
comprar este cachorrinho.
Ele nunca vai poder correr, pular e
brincar com você
e com os outros
cachorrinhos.
O menino ficou muito sério,
acocorou-se e levantou lentamente a perna esquerda da calça,
deixando à mostra a prótese que usava para andar.
Olhou bem para o dono da loja e
respondeu:
- Veja, não tenho uma perna ... Eu
não corro muito bem e o cachorrinho vai precisar de alguém que
entenda isso.
Às vezes, desprezamos as pessoas com
que convivemos todos os dias, por causa dos seus "defeitos", quando
na verdade somos tão iguais ou pior do que elas.
Desconsideramos que essas mesmas
pessoas precisam
apenas de alguém que as compreendam
e as amem,
não pelo que elas poderiam fazer,
mas pelo que realmente são.
História retirada do Blog de Dessa Pallmer
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